segunda-feira, 21 de julho de 2014
Exames laboratoriais para Nutricionistas
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🔬Dúvidas frequentes a respeito desse tema. Eai, podem?? Siiiim!!! De acordo com a Lei n 8.234/91 que regulamenta a profissão de nutricionista e determina outras providências, como, por exemplo, descrever as atividades privativas dos nutricionistas. Nesta Lei, o inciso VIII, do art. 4, diz que o nutricionista pode fazer solicitação de exames laboratoriais necessários ao acompanhamento dietoterápico, desde que relacionados com alimentação e nutrição humana. A Resolução CFN n 306/2003 dispõe sobre a solicitação de exames laboratoriais na área de Nutrição Clínica traz em seu art. 1 que "compete ao nutricionista a solicitação de exames laboratoriais necessários à avaliação, à prescrição e à evolução nutricional do cliente-paciente, não especificando os exames a serem solicitados, cabendo ao profissional solicitar aqueles necessários ao acompanhemento dietoterápico do paciente".
E quais são esses exames???
Hemograma completo, albumina sérica, cortisol, glicemia em jejum, teste de intolerância à lactose, perfil lipídico, minerais e mineralograma e vitaminas, T3, T4 e TSH, TGO, TGP, GAMA GT, Fosfatase Alcalina, Creatina sérica, ureia, PTH, Anti-gliadina, Teste de intolerância alimentar (para 220 alimentos), IGA, IGG e IGE para alimentos, entre outros.
Nutribeijos!
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Zinco e Alimentação Infantil
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Os primeiros estudos que relacionavam o zinco e o cescimento foram realizados no Irã e Egito há quase 3 décadas. Meninos "nutricionalmente anões", caracterizados por baixa estatura, anemia por deficiência de ferro e atraso na maturidade sexual, apresentaram melhoras notáveis com a suplementação de zinco. Alguns cresceram até 12,5 cm em um ano e tiveram progressão paralela no desenvolvimento gonodal. A causa primária da deficiência de zinco nestes meninos foi identificada como sendo a dieta pobre, que consistia principalmente em pão fibroso não fermentado. Apesar de serem usados grãos integrais relativamente ricos em zinco para a produção do pão, eles também continham fitatos que sabidamente formam complexos insolúveis como o zinco e o ferro. No momento, acredita-se que as circunstâncias que levam ao prejuízo no crescimento secundário à deficiência de zinco sejam exclusivas de países menos desenvolvidos.
Todavia, os estudos com crianças pré-escolares de famílias aparentemente bem nutrida demonstraram a associação entre a baixa estatura e as concentrações reduzidas de zinco no cabelo. Além do prejuízo no crescimento, a deficiência leve de zinco está provavelmente associada à resistência reduzida às infecções em crianças, mas tem sido difícil estabelecer esta associação. Contudo, verificou-se que crianças com grave deficiência de zinco, avaliadas pelas concentrações plasmáticas de zinco, apresentavam risco aumentado para a diarreia e doenças respiratórias. Portanto, o estado nutricional adequado de zinco desempenha importante papel não apenas no crescimento e na promoção da saúde, mas também na prevenção de doenças.
Nutribeijos!
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Tábuas de Carne X Contaminação Microbiológica
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Se a sua tábua for de madeira, está na hora de deixá-la de escanteio e optar por outra de polietileno. A Anvisa proibiu o uso desse material em bares e restaurantes. Mas porque? Simples! Quando cortamos algum alimento nessa tábuas, obviamente estamos "cortando" o utensílio. Nesses "arranhões" provocados vão se acumulando microrganismos e restos de alimetos e dificilmente percebemos. Não é fácil de tirar apenas com a lavagem. O pior de tudo é saber que esses "bichinhos" ficam ali por muuuuuuito tempo e pode contaminar muito facilmente outros alimentos que ali forem expostos. Mais qual a melhor? Existe a de vidro e a de polietileno. A de vidro pode causar um risco de quebrar. Já a de polietileno é feita com material higiênico, fáceis de lavar e usar, em relação ao preço é mais em conta e sua durabilidadeé maior que todas. Já trocou a sua tábua?
Nutribeijos!
terça-feira, 15 de julho de 2014
Como manter HDL e diminuir LDL?
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Sugestão de post hoje vai para uma seguidora do Instagram @vanvanika. Para entender porque essa substância é tão importante para o organismo e, ao mesmo tempo, pode ser tão prejudicial é preciso saber que há dois tipos diferentes de colesterol: o bom e o ruim. O colesterol bom, chamado de HDL protege o organismo, recolhendo o colesterol ruim depositado nos vasos sanguíneos para ser eliminado pelo fígado.
O ruim, LDL é aumentado por fatores como erro alimentar e excesso de peso e, geralmente, está associado a outros fatores de risco como diabetes, tabagismo e pressão alta. Quando presente em grande quantidade no organismo pode provocar o entupimento das artérias – aterosclerose, responsável por problemas cardiovasculares como infartos e derrames. Tanto o colesterol bom quanto o ruim fazem parte do nosso organismo. Os 70% do colesterol que circulam pelo sangue são sintetizados pelo organismo e os outros 30% vêm da alimentação.
1. Fibras: As solúveis, como o farelo de aveia, ajudam a reduzir os níveis de LDL no sangue. Também são encontradas fibras solúveis na aveia, nos feijões, nas ervilhas, nas frutas cítricas e nas maçãs.
2. Frutas Vermelhas/Arroxeadas: Ajudam a combater os radicais livres, o que melhora o funcionamento do sistema cardiovascular; Possui grande quantidade de quercetina – antioxidante que auxilia no aumento do bom colesterol; As antocianinas – pigmentos presentes em frutas de coloração roxa e vermelha – têm ação antioxidante que traz importante contribuição para o sistema circulatório. Na jabuticaba, o antioxidante é encontrado apenas na casca.
3. Azeite: O tipo extravirgem reduz os níveis de colesterol ruim e aumenta o colesterol bom. Dessa forma, previne doenças cardíacas e aterosclerose. É fonte abundante de gordura monoinsaturada, considerada a mais benéfica para o coração.
4. Abacate: Assim como o azeite é rico em gordura monoinsaturada que age como antioxidante, bloqueando o colesterol ruim.
5. Salmão, sardinha e atum: Ricos em ômega-3, ácido graxo que auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares porque inibe a coagulação sanguínea e a formação de plaquetas, além de controlarem o colesterol e os triglicérides.
Nutribeijos!
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Aspargos e seus benefícios
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O Aspargo é um alimento que merece destaque na dieta, já que é pouco calórico e altamente nutritivo, trazendo vitaminas e fibras. O aspargo é rico em ácido fólico, betacaroteno, Magnésio, Manganês, Fósforo, fibras e vitamina C, B e K. Além disso, possui ação diurética e auxilia no combate aos radicais livres. Contém também muitos nutrientes anti-inflamatórios, tais como saponinas e os flavonóides quercetina, rutina, laempferol e isoramnetina, que todos ajudam a combater a artrite, asma e doenças autoimunes. A glutationa, encontrado em aspargos, contém três aminoácidos (ácido glumatic, glicina e cisteína) que se combinam numa molécula que serve como um agente de oxidação-redução poderoso no nosso corpo. Juntamente com os antioxidantes da vitamina C, vitamina A (beta-caroteno), zinco, manganês e selênio, o glutationa em espargos luta contra os radicais livres que causam envelhecimento e oxidação celular.
Com suas propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes, aspargo é um lutador forte contra cancer na bexiga, mama, cólon, pulmão, próstata, ovário e outros tipos de câncer. O folato, uma vitamina do complexo B, é essencial para um sistema cardiovascular saudável e é encontrado em abundância em Aspargos. E, vitaminas do complexo B, como a colina, biotina e ácido pantotênico produz os nossos níveis de açúcar no sangue de forma eficaz, metabolizando os açúcares e amidos. É diurético devido o aminoácido asparagina, eficaz e tem sido historicamente usado para tratar inchaço, artrite, reumatismo, e retenção de água causada pela TPM. A inulina, incentiva o crescimento de bifidobactérias e lactobacilos, duas bactérias que aumentam a absorção de nutrientes, e diminui o risco de alergia e câncer de cólon, e ajudar a evitar bactérias hostis de tomar posse em nosso trato intestinal. É uma excelente fonte de vitamina K, o qual é necessário para a síntese da osteocalcina, uma proteína que fortalece a composição dos ossos. Além disso, a vitamina K impede acúmulo de cálcio no nosso tecido que pode levar a aterosclerose, doenças cardiovasculares e acidente vascular cerebral.
Nutribeijos!
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