sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Alimentos contra a dor.


Não é exagero dizer que a dor é uma sensação incapacitante. O pior é que muita gente vive com esse incômodo. De acordo com a OMS, a chamada dor crônica - aquela que vai e volta, persistindo por mais de 6 meses - acomete 30% da população. No Brasil, estima-se que 60 milhões de pessoas sofram do mal, em sua maioria as mulheres.
Se por um lado os analgésicos trazem o alívio, por outro também oferecem complicações, como o uso contínuo torna o organismo tolerante à fórmula, o que acaba levando ao aumento da dose cada vez que o medicamento for necessário. E isso acaba gerando dependência. Lembrando que o analgésico não combate a dor, muitas vezes ele acaba mascarando o problema.
Uma boa alternativa é aliar o tratamento com alimentos que possuem propriedades analgésicas e anti-inflamatórias, com a vantagem de não oferecer efeitos colaterais nem sobrecarregar o aparelho digestivo e o fígado.
Por isso, separei 7 alimentos que tem ação comprovada contra a dor, veja abaixo:




Cereja: Combate as dores musculares e artrose.
A antocionina, substância responsável pela coloração vermelha da cereja, reduz os níveis de inflamação do organismo e inibe a ação das enzimas que levam à dor.
Um estudo mostrou que comer duas dezenas do alimento é mais eficaz do que tomar uma aspirina contra as dores causadas por processos inflamatórios.
A dose ideal seria 20 unidades da fruta ou 700ml do suco concentrado por dia.


Gengibre: Combate a enxaqueca, osteoartrite e dores musculares.
Essa raiz é calmante e excelente contra dores de estômago, náuseas e enjoos. Alivia crises de enxaqueca e de osteoartrite, ele é rico em zingiberina, eugenol, gingerol e shogaois, substâncias que bloqueiam a dor, como os medicamentos anti-inflamatórios convencionais.
A dose ideal seria 1 colher de sopa do gengibre ralado ou 1 pedaço pequeno por dia.

Pimenta: Combate artrite e dores em geral.
A sensação de ardência que sentimos ao ingerir pimenta age como um verdadeiro bálsamo no combate às dores de todos os tipos. O cérebro produz endorfinas - neurotransmissores que promovem bem estar. Estudos comprovam que a capsaicina, substância presente em todos os tipos de pimenta, tem ação analgésica e anti-inflamatória. Quanto mais forte for a pimenta, mais capsaicina ela contém.
A dose ideal seria 1/2 pimenta dedo-de-moça ou 1 colher de sobremesa de azeite de qualquer pimenta.


Iogurte: Combate infecções intestinais e artrite.
Uma única porção de iogurte com lactobacilos contém cerca de 6 milhões de bactérias probióticas. Esses microrganismos equilibra a flora intestinal e age contra fungos e bactérias, prevenindo inflamações. O iogurte ajuda também quando a dor já está instalada. A ingestão regular de iogurte reduz significativamente as dores causadas pela artrite. Lembrando que para isso, o iogurte tem que ter Lactobacilos na composição.
A dose ideal seria 1 a 2 potes por dia.

Salmão, arenque e sardinha: Combate dores nas costas e reumáticas e até cólicas.
Graças ao ômega 3, esses peixes desempenham ação analgésica. Estudos comprovam que as mulheres que incluíram na dieta sofriam menos com cólica menstrual. Durante a digestão, o ômega 3 se quebra em mínimas partículas que agem como anti-inflamatório. Ela também inibe a produção de prostaglandinas, componente que sinaliza o processo doloroso. Essa gordura boa ainda melhora o fluxo sanguíneo, inclusive para os vasos que circundam a coluna, o que diminui os riscos de degeneração e inflamações.
A dose ideal seria 1 posta 3x na semana.

Açafrão: Combate a tendinite e artrite.
O tempero melhora a digestão, mas também, reúne propriedades analgésicas, antioxidantes e anti-inflamatórias combatendo as dores nas articulações. Estudos comprovam que a curcumina, responsável pela coloração amarela do açafrão, inibe os mecanismos que desencadeiam a dor da tendinite, que é uma inflamação nos tendões, comum nas pessoas que fazem movimentos repetitivos.
A dose ideal seria 1 colher de sopa por dia.

Hortelã: Combate dores de cabeça, estômago e cólicas.
O chazinho de hortelã, famoso no tratamento de dores de cabeça e estômago, alivia dores tanto quanto a droga sintética indometacina, que é um tipo de aspirina. Já é sabido também que os óleos essenciais ricos em mentol e mentona atuam como antiespasmódicos e amenizam cólicas estomacais e flatulência.
A dose ideal seria 1 xícara de chá por dia.


Nutribeijos!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Farinha de Banana Verde: conheça seus benefícios!


Oie galerinha! Nosso post de hoje vai ser sobre um alimento que ta dando o que falar pelos seus inúmeros benefícios. Parece estranho que a farinha da banana verde possa ser uma aliada à alimentação saudável. No entanto, ela é considerada um alimento funcional que pode ser uma alternativa para substituir a farinha de trigo no preparo de pães e massas ou ainda adicionada ao sucos.
A farinha de banana verde apresenta alto conteúdo de amido resistente, uma fibra alimentar que tem como função prébiotica, ou seja, é fermentada por bactérias benéficas da microbiota intestinal. Conheça alguns do seus benefícios:

Controle glicêmico: Por ser um alimento de baixo índice glicêmico, libera glicose de forma lenta e gradual no sangue ao ser digerida, mantendo os níveis de glicose no sangue controlados. Desta maneira, há menor quantidade de insulina liberada pelo pâncreas, fazendo com que a glicose seja corretamente absorvida pelas células, contribuindo para a prevenção do diabetes e ajudando no controle de quem já possui.
Melhora funcionamento intestinal: Ao ser fermentada pelas bactérias benéficas da microbiota intestinal, são formados ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), que possuem um papel muito importante na nutrição das células intestinais. Dessa forma, a farinha de banana verde melhora o funcionamento intestinal.
Promove saciedade: Por atuar como uma fibra, o amido resistente atrasa o tempo de absorção dos nutrientes, promovendo uma maior sensação de saciedade. Para quem está em um processo de emagrecimento, esta farinha é uma aliada, pois evita que a fome apareça “antes da hora”.
Fortalece a imunidade: Apresenta uma papel muito importante na imunidade e na prevenção de doenças, pois ao melhorar colonização de bactérias, favorece a correção do pH intestinal, favorecendo a absorção intestinal das vitaminas e minerais consumidos via alimentos.
Ajuda na prevenção da Osteoporose: Como citei acima, o amido resistente da farinha diminui o pH intestinal, favorecendo a absorção de alguns nutrientes, entre eles o cálcio e o magnésio, contribuindo na prevenção da osteoporose. Além disso, a banana é rica em fósforo, um mineral importante para a formação da matriz óssea que, consequentemente, auxilia no fortalecimento dos ossos.

Vocês sabiam?

Nutribeijos!

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Receita: 3 sucos anticelulite


Quem nunca se incomodou com as famosas celulites? Pois bem, uma das armas mais poderosas contra a celulite está no prato. Isso mesmo! Para amenizar o problema, é importante investir nos legumes, nas verduras, frutas e em outros alimentos ricos em antioxidantes como o suco de uva, o salmão, o atum e a linhaça. Eles desintoxicam  e desinflamam o organismo, além de melhorar a circulação e deixar as paredes dos vasos sanguíneos mais resistente, que são aspectos essenciais no combate à celulite.
Por isso, colocarei aqui 3 receitas básicas de sucos que possuem esses itens antioxidantes. O ideal é beber um copo por dia, alternando os sabores para não enjoar.

Suco 1:

- 1 maçã com casca e sem semente
- 1/2 beterraba pequena sem casca
- 1 talo pequeno de aipo
- Água

Suco 2:

- 1 maçã com casca e sem semente
- 1 pera com casca e sem semente
- 1 folha de couve fresca
- 1 col. sopa de salsa fresca
- 1 talo pequeno de salsão
- Água

Suco 3:

- 1 kiwi
- 2 xíc. (chá) de mirtilo e framboesa (pode ser frutas vermelhas)
- 1 folha de couve fresca ou 2 ramos de agrião
- Água ou Água de Coco

É só bater tudo no liquidificador, coar e beber!

Nutribeijos!

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Guia dos Pequeninos: "Meu filho não quer comer!"


Oi gente, como estão? Bem, hoje vou começar mais uma sessão aqui no HeyNutri! que já estava querendo fazer desde o começo e só agora coloquei em prática. Como já me identifiquei a área pela qual quero seguir e vou me especializar, que é a Nutrição Materno Infantil, achei bacana começar uma sessão para os Pequeninos. Claro, amo a nutrição, isso não tenho dúvidas, se eu pudesse, trabalharia em todas as áreas existentes nessa ciência tão linda e maravilhosa.
Conversando com alguns conhecidos há uns dias, uma mãe virou e falou: "Meu filho não quer comer! E agora, o que eu faço?" daí, resolvi dar algumas dicas aqui pra vocês que passam ou já passaram por isso ou até mesmo, que conheço uma mãe que esteja passando por isso.

Bom, a falta de apetite com os pequenos são as maiores queixas dos pais, um estudo diz que metade das crianças tem esse problema em algum momento dessa fase, pode se instalar lá pelos 2 anos de idade, mas pode aparecer ainda quando bebê.
Não há só uma razão para a criança que comia de tudo de repente ficar mais seletiva. Em parte, isso tem a ver com a neofobia, que é o medo de experimentar coisas novas que ajudou nossos ancestrais a sobreviver ao evitar que provassem venenos, por exemplo. Também deve-se considerar, que no terceiro ano de vida, o ritmo do crescimento diminui - assim como o apetite também. Por isso, muitas vezes não há um problema real. O que acontece é que a criança não atende às expectativas dos pais, que podem exagerar nas porções ou simplesmente não aceitar que ela não goste de um outro tipo de alimento.

Algumas dicas que possa ajudar:

+ Nessa idade a criança imita o comportamento dos outros, principalmente o dos pais, podendo aceitar os alimentos de acordo com o exemplo dos mesmos.
+ A criança deve aprender, desde pequena, a comer nos horários determinados pela família. As refeições e lanches devem devem ser servidos em horários fixos todos os dias, com intervalo de, no mínimo, três horas para que a criança sinta fome na próxima refeição.
+ É necessário saber aproveitar a curiosidade natural da idade para incluir um maior número de alimentos em diferentes preparações. As crianças sentem muita satisfação em participar da preparação dos alimentos, o que as estimula a comerem.
+ Se nesse período a criança não aceitar os alimentos, a refeição deverá ser encerrada e oferecido algum alimento apenas na próxima. Um grande erro é deixar a criança alimentar-se sempre que desejar, pois assim não terá apetite no momento das refeições.
+ Diante da recusa alimentar, continue a oferecer a refeição completa e continue a oferecer todos os alimentos do prato. Somente é possível educá-los na presença dos alimentos, concorda? Sem alimentos à vista, sem educação alimentar. Caso a criança recuse todo o prato na presença de um alimento que ela rejeite, ofereça esse alimento em um pratinho separado, mas é importante que ele componha a refeição e que esteja à vista.

Obs.: De 10 a 17: esse é o número de vezes que um alimento deve ser oferecido à criança para que ela aprenda a aceitá-lo, de acordo com estudos brasileiros e americanos.

+ A aceitação dos alimentos se dá não só pela repetição à exposição, mas também pelo condicionamento social, e a família é o modelo para o desenvolvimento de preferências e hábitos alimentares. Se a família tem bons hábitos, a criança os incorpora com o passar do tempo. A criança deve ser confortavelmente acomodada à mesa junto com os outros membros da família desde o seu primeiro ano para que observe outras pessoas se alimentando.

Antes de tudo, é preciso fazer um diagnóstico para afastar doenças que podem levar à perda do apetite, como rinite, alergias, refluxo e até mesmo aftas. Elas provocam desconfortos, náuseas e até impedir a criança de saborear a comida.
Resumindo: Evite traumas, não faça da mesa um campo de batalha; Não brigue e nem obrigue-a a comer, a criança vai se sentir diminuida; Nunca dê comida fora de hora, organize a rotina para aproveitar a fome; Capriche na apresentação dos pratos, e ofereça um item novo diversas vezes, varie a consistência e as receitas com o mesmo ingrediente; Nunca ofereça nada em troca, nem faça concessões; Não dê mamadeiras turbinadas, menos ainda fora de hora; E não se esqueça, a criança não vai morrer de fome se ficar sem comer um dia.

Nutribeijos!

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Para começar o dia feliz!

Olá gente! Enfim, mais uma semana começando e vamos lutar por aquilo que desejamos! Oportunidades não faltam!
Há 2 semanas eu comecei a sessão Papo Fitness aqui no HeyNutri! e disse que iria começar a me exercitar e deixar o sedentarismo de lado, confira o post aqui. Porém, confesso que não foi bem isso que aconteceu. Durante essas duas semanas aconteceram várias coisas e não tive tempo algum (verdade, não é desculpa, juro!), como já está perto da faculdade começar, estava correndo atrás para fazer uns exames e um curso para o estágio que já pego agora nesse período. Houve também vários aniversários, programas de família e aí pronto, já sabem, né?
Mais hoje eu já comecei a me exercitar. Como tenho muito tempo sem malhar, resolvi começar com alguns alongamentos que são usados na prática da Ioga e Pilates já pra ajudar nessa nova fase da minha vida, e aos poucos vou aumentando até fazer o treino exato.
Pra despertar o corpo e os sentidos logo cedinho pela manhã, eu comecei por alguns tipos de alongamentos básicos e confesso que logo depois, fiquei bem mais disposta para fazer minhas atividades diárias.
Como não deu pra tirar fotos de todos os exercícios, eu vou tentar explicar pela teoria como pratiquei.

: De pé, com a perna direita semiflexionada (quase um ângulo de 90º) à frente do meu corpo, a perna esquerda estendida atrás e os braços ao longo do corpo. Dobre o joelho direito, levando o tronco para frente e para baixo. Parece com aquela posição de corredores quando vou iniciar uma corrida. Apoie a perna esquerda na ponta do pé. Depois repete com o outro lado.

: Sentada com o tronco reto, a perna direita estendida para a frente, a esquerda flexionada e cruzada sobre a direita e as mãos no chão, atrás dos glúteos. Abrace a perna esquerda com o braço direito e faça uma torção para a esquerda. Retorne devagar e mude para o outro lado.

: Sentada, com a perna esquerda flexionada para trás e a direita flexionada na frente, de forma confortável. Apoie as mãos no chão atrás do tronco e vá inclinando-o para trás, até sentir a perna esquerda se alongando. Uma dorzinha desconfortável, mais suportável. Retorne e repita com a outra perna.

: Deitada, com as pernas flexionadas, os braços ao lado do corpo e uma toalha de rosto em uma das mãos. Erga a perna direita, envolva o pé com a toalha e eleve mais a perna em direção ao tronco. Mude de lado.

Bem, foram esses 4 alongamentos básicos que eu fiz e mantive em cada postura pelo menos 20 segundos em cada lado. Exercícios simples e que fazem uma grande diferença.

Nutribeijos!